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Crise aumenta competitividade em seguros

Apesar de pouco sentida nos resultados das seguradoras nacionais, o principal efeito da crise no País será aumentar a pressão concorrencial entre as companhias. Estudo mundial da consultoria Ernst & Young mostra que, no Brasil, em um ambiente de juros básicos mais baixos, as empresas deverão competir mais em preços, redução de custos, subscrição e precificação de riscos.

O sócio da Ernst & Young, Eduardo Wellichen, explica que agora as seguradoras deverão ser mais eficazes. "Com a redução da taxa básica, o foco deverá ser em preço e redução dos custos, por conta de uma maior pressão da concorrência", diz.

Isso porque, segundo regras da Superintendência de Seguros Privados (Susep), parte da reserva técnica deve ser aplicada em títulos de renda fixa, diretamente afetados pela queda da Selic.

O diretor da Federação Nacional de Seguros Gerais (Fenseg), Neival Rodrigues Freitas, também vê o momento como de maior competitividade. "As empresas deverão ser extremamente eficientes na redução de custos, porém de forma bastante criteriosa para que não afete a rentabilidade", afirma.

Ainda segundo ele, o cuidado com a subscrição é permanente. "Há programas de redução de custos e ajustes de preços em andamento. As empresas devem ser mais eficientes para buscar resultados operacionais".

Mundo

O estudo divulgado pela consultoria é anual e feito em parceria com a Oxford Analytica. No ambiente mundial, a pesquisa aponta que houve mudança da visão sobre os principais riscos enfrentados pela indústria de seguros. Se, no ano passado, o maior temor era o risco de mudanças climáticas e catástrofes ambientais, hoje esse temor aparece apenas em décimo lugar, com a primeira colocação sendo assumida pela crise financeira, seguida de modelos de risco e, logo depois, intervenções regulatórias.

"Enquanto lá fora aconteceu uma ação regulatória mais incisiva, no Brasil o setor já é bastante regulado e não sofreu com isso. Outra preocupação no exterior foi com a solvência das companhias, porém, aqui, já temos uma regulamentação específica há dois anos. O Brasil não estava tão exposto", compara Freitas.

Segundo ele, uma das grandes preocupações atuais do setor em território nacional é com a adequação às normas internacionais de contabilidade. "Ainda não dá para prever os efeitos futuros, por isso há um acompanhamento conjunto com a Susep", diz.

"O objetivo da pesquisa é dar uma visão do que está na pauta mundial do setor, com o que está por vir e o que esperar", diz Wellichen, da Ernst. A lição para as seguradoras, continua, é que crise e grandes catástrofes irão ocorrer, em menor ou maior intervalo de tempo, por isso devem atentar para os riscos com antecedência.

  "A pesquisa mostra que a crise financeira impactou fortemente o setor de seguros internacional e deve contribuir para a reestruturação do mercado nos próximos dez anos. Muitas empresas registraram uma diminuição de capital e tiveram que rever suas estratégias de negócios", diz.

Ainda segundo ele, apesar da perda de posições do temor com eventos climáticos, esses ainda são relevantes, por estarem cada vez mais frequentes e de intensidade maior. "O Brasil já sofreu com isso no ano passado. Nos Estados Unidos, são cada vez mais frequentes furacões de intensidade 5", exemplifica o executivo.

Segundo estudo feito pela consultoria Ernst & Young, queda nas taxas de juros aumentou a competitividade do setor de seguros no Brasil, com redução de custos e de preços.

Fonte: SEGS

 

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